Como podemos ajudar você?

Do voluntariado à assistência social, conheça Tatiane Ramos

Cursando Gestão de Negócios e Inovação, Tatiane Ramos viu no estágio obrigatório, uma oportunidade de fazer a diferença. Foi assim que ingressou na SEDS e conheceu mais a fundo a assistência social. 

Hoje, no grupo de cadastros na Coordenadoria de Gestão Estratégica (CGE), Tatiane auxilia nas capacitações dos entrevistadores do Cadastro Único.

Confira suas experiências e o que Tatiane espera para seu futuro:

Como você chegou até a SEDS? Você já conhecia a Secretaria, seus programas e ações?

A faculdade determina que a partir do 4º semestre, façamos estágio. Quis ter uma experiência diferente, embora pudesse fazer estágio voluntário apenas para ter o meu relatório preenchido, por isso decidi fazer a prova do CIEE e passei para quatro possíveis lugares e a SEDS era um destes locais selecionados, então marquei a entrevista, já que queria ter uma nova ótica sobre assistência social.  

E sim, já conhecia os programas estaduais e algumas ações da Secretaria por estar envolvida com voluntariado e terceiro setor há mais de 20 anos.

Qual foi sua primeira experiência profissional?

Comecei a trabalhar muito cedo, aos 8 anos de idade e fui feirante até os 14. Na época, não existia o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e era comum crianças desta idade trabalharem para ajudar em casa.

Foi uma experiência interessante, que me fez valorizar muitas coisas e hoje, trabalhar visando a erradicação do trabalho infantil.

Como foi ingressar na Secretaria de Desenvolvimento Social?

Foi uma experiência gratificante. Escolhi estagiar aqui, tem tudo a ver com meus propósitos de vida e  foi uma fase em que eu buscava mudar de vida, tomar novos rumos. Entrei em um setor que tem a ver com tudo que gosto de fazer: capacitar pessoas e isso tornou tudo melhor.

Qual foi o seu maior desafio como estagiária?

Ser estagiária com quase 40 anos por si só foi um desafio, tive que alinhar outras atividades, casa, filhos.

No trabalho, o maior desafio foi me adaptar às rotinas do setor público, ao fluxo como as coisas são feitas. Gosto de aprender e compartilhar conhecimento e a assistência social traz inúmeras legislações, especificidades as quais realmente tive que aprender se quisesse executar bem meu trabalho. Este ainda é um grande desafio. 

Após a efetivação, o que mudou para você?

Muita coisa mudou, comecei a definir melhorias na minha vida pessoal, pela estabilidade que a efetivação me proporcionou; quanto ao fluxo de trabalho, me senti mais confiante para opinar e compartilhar conhecimento.

Como descreve o seu trabalho?

Meu trabalho tem tangibilidade, ou seja, é possível mensurar a importância e o impacto. Mesmo nas ações internas mais simples, é possível ver a efetividade e nas ações externas, no apoio às DRADS e principalmente nas capacitações, temos um feedback de tudo o que fazemos e de como isso vai proporcionar melhorias no atendimento dos beneficiários nos CRAS e CREAS.

Cada feedback positivo torna nosso trabalho mais relevante e é gratificante ter participado da qualificação profissional dos entrevistadores.  

Atualmente, como é trabalhar na Secretaria de Desenvolvimento Social?

Atualmente é muito bom trabalhar aqui, trabalho no que gosto, acabei de me habilitar como instrutora do Cadastro Único para levar mais conhecimento ao máximo de pessoas possível e vejo meu trabalho refletido no atendimento dos municípios, isso faz a diferença. Tenho boa comunicação com a minha equipe e com outras também, isso torna o dia a dia mais produtivo.  

O que você espera para o seu futuro na Secretaria de Desenvolvimento Social?

Espero crescer, contribuir, agregar, melhorar fluxos e processos e por consequência do meu trabalho, ser promovida, afinal todos esperam crescer profissionalmente e ter uma remuneração que possa cuidar de si e de sua família, de preferência fazendo o que gosta.